sábado, 14 de novembro de 2009

Giuseppe Arcimboldo




Iniciou seus trabalhos em Milão, com seu pai, mas atingiu a fama em Praga, sob a proteção do Imperador Rudolph XI. Suas obras principais incluem a série "As quatro estações", onde usou, pela primeira vez, imagens da natureza, tais como frutas, verduras e flores, para compor fisionomias humanas. A idéia de reproduzir as estações como pessoas já era usada desda a época dos romanos, no entanto Arcimboldo foi o pioneiro na utilização de vegetais de cada época, na composição de rostos humanos.



Arcimboldo trabalhou inicialmente com seu pai, no vitral da catedral de Milão. A partir de 1562 morou em Praga, então capital do reino da Boêmia e hoje da República Tcheca, onde consolidou sua carreira como artista. Serviu na corte de Fernando I e de seus sucessores, Maximiliano II e seu filho Rodolfo II, grandes mecenas. Arcimboldo foi admirado como artista pelos três monarcas, tornou-se pintor da corte e chegou a ser nomeado Conde Palatino. Praga transformou-se no século XVI, principalmente por causa de Rodolfo II, em um dos maiores centros culturais da Europa, de intensa e diversa atividade cultural e científica. Seus governantes eram vistos, além de seus domínios, como simpatizantes do exótico. Nesse contexto, as singularidades da arte de Arcimboldo encontraram solo fértil para florescer.



Um exemplo, que explicita o ambiente cultural singular de Arcimboldo, é a Câmara de Arte e Prodígios, um núcleo de museu de Praga. Durante os reinados de Maximiliano II e Rodolfo II, com a ajuda de Arcimboldo, este núcleo teve sua atenção focada em achados exóticos. A Câmara reunia os mais diversos objetos estranhos, registros de pessoas com anomalias físicas (desde anões até gigantes), animais, frutas, legumes de diversas espécies, provindos de todos os continentes. Ali Arcimboldo teve condições de fazer estudos para suas obras, observar o pormenor de cada elemento representado, representando-os em seus mais ricos e finos detalhes.



No contexto histórico de Arcimboldo - posteriormente denominado Maneirismo - a ênfase no aspecto espiritual da arte foi recorrente, como podemos ver nas obras de El Greco e Tintoretto. No entanto, estes dois artistas estiveram ligados à religiosidade católica e Arcimboldo não. Mesmo sendo Praga uma corte católica, ela tinha total independência em relação à Igreja Romana e seus monarcas eram de grande tolerância em relação a outras religiões e crenças. Ali conviviam juntos judeus, cristãos e ocultistas.



O ocultismo foi uma referência importante para Arcimboldo, como vemos em suas paisagens antropomorfas - nas quais corpos e faces humanas são sugeridos pela representação dos relevos, das árvores, das pedras, e de outras coisas de uma paisagem - e em suas séries ligadas à natureza, por exemplo, em uma das séries de estações do ano feitas para Maximiliano II: Primavera, Verão, Outono e Inverno. Nestas, o artista fez referência ao gênero do retrato, preservando a opulência do retrato cortesão, mas construiu seus personagens a partir de imagens da fauna e da flora, elementos que, no século XVII, estariam presentes no novo gênero da natureza morta. A diversidade de possibilidades de interpretação a partir das composições "estranhas" de Arcimboldo é um dos motivos que levaram, durante muito tempo, ao seu esquecimento pelos historiadores. Existe em sua Obra uma identidade dual, tanto no jogo visual que proporciona - bastante explicito na obra O Cozinheiro -, como em um jogo de sentidos ocultos que ele sugere - ponto que relaciona o artista com seu antecessor, Bosch. Hauser fala de Arcimboldo como um "maneirista pervertido" e estabelece conexões entre ele e o movimento modernista do Surrealismo.



Assim como foi com a maioria dos artistas maneiristas, após a morte de Arcimboldo o interesse por sua obra diminuiu, chegando quase ao esquecimento, talvez pela estranheza que podem causar suas imagens. Foi apenas no século XX que este e outros maneiristas foram resgatados, recebendo a atenção e o valor que merecem.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Salvador Dalí


Salvador D.F.J.D.D. nasceu em 11/ 4/1904, na cidade espanhola de Figueres (Catalunha).
Na infância já se interessava por artes plásticas, na escola de artes foi expulso pois não conseguiam o - avaliar.
Em 1929 conheceu Pablo Picasso.
Em 1934 Casou se com Gala.
Em 1960 colocou grande parte de suas obras no Teatro Muse o gala Salvador Dali.


domingo, 1 de novembro de 2009


Sansão, um forte homem de Deus


Manoá e sua esposa estavam muito tristes porque não conseguiam ter filhos.
Certo dia a esposa de Manoá viu um anjo que lhe disse que ela engravidaria de Manoá. Ela foi contar ao marido a boa notícia, e Manoá orou dizendo: ”Ó Deus eterno, peço que mandes de volta o homem de Deus que enviaste, para ele nos dizer o que devemos fazer com o menino quando nascer”.
O anjo disse que o menino não deveria cortar o cabelo, nem beber bebidas alcoólicas e nem comer certas comidas porque, ele será um líder em Israel.
Como o povo de Deus sofria nas mãos do filisteus, ele iría mandar o menino para lá. Quando o menino nasceu a mãe deu lhe o nome de Sansão. Certo dia quando ele já era jovem apareceu um leão, e Sansão o matou com suas próprias mãos.
Depois de provar o mel de abelha que estava dentro do leão Sansão fez uma adivinhação:”Do que come saiu comida, e do forte saiu doçura”. Ninguém conseguiu adivinhar, mas como a esposa de Sansão era filistéia ela contou aos amigos a resposta.
Sansão ficou mais furioso quando soube que os filisteus entregaram sua esposa ao seu melhor amigo. Sansão preparou a vingança amarrando 300 raposas com o rabo de duas em duas, depois colocou uma tochas em cada par de raposas, depois soltou as nas plantações de trigo dos filisteus.
Sansão se entregou para ser morto diante dos filisteus. Ele arrebentou as cordas e com um osso de jumento matou 100 inimigos. De noite os filisteus tentaram trancar Sansão, mas ele fugiu carregando os portões nos ombros.
Certo dia Sansão contou o segredo da sua força para sua esposa, em quanto ele dormia Dalila sua esposa pediu para um dos filisteus cortar seus cabelos. Depois os soldados atacaram Sansão que por causa da sua desobediência a Deus perdeu sua força e o deixaram cego, e com isso, Sansão virou escravo dos filisteus. Na festa de louvor ao deus-peixe(o deus dos filisteus)os filisteus pediram que um deles levasse Sansão para diverti-los.
O filisteu colocou Sansão entre as colunas que seguravam o templo. Tinha 3000 filisteus no terraço e os outros no templo.
O cabelo de Sansão tinha crescido na prisão e ele orou a Deus pedindo que lhe desse forca mesmo que fosse a ultima vez, para que ele consiga se vingar dos filisteus.
Deus lhe deu força e assim ele derrubou as colunas do templo e matou todos os filisteu e infelizmente ele também morreu.